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Medalha de Ouro

Manuel Vieira recebeu, na Sociedade Brasileira de Belas Artes, no dia 15 de dezembro de 2005, às 17 horas, Medalha de Ouro por seu quadro em espátula, óleo sobre tela | medindo 0,73 x 54.00 “BARCOS EM NITERÓI”

O evento, patrocinado pela Marinha Brasileira, Primeiro Distrito Naval, contou com a presença de autoridades civis e militares, artistas plásticos e admiradores do pintor Manuel Vieira.

É de se lamentar que o artista plástico no Brasil tenha de ser submetido a injustiças e aos vícios de comissões julgadoras que também concorrem na mesma exposição e façam parte das diretorias da entidades organizadoras e sejam injustamente concorrentes dos reais valores.

A Marinha do Brasil não se permite tal prática e valoriza seus expositores. Além disso, é a recordista de eventos artísticos e culturais.

Manuel Vieira está entre os valores brasileiros que merecem o reconhecimento no país e no exterior, mas que não conta com patrocinadores. Seria o caso do Governo Federal através dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores estudar esses casos. O Brasil é um celeiro de artistas, sempre em renovação, não apenas nos esportes.

 

Exposição, ADL premia no Clube Sírio e Libanês.

A equipe do www.mensageiro.com.br foi cobrir a premiação dia 24 de novembro de 2005 e, como já esperávamos, a falta de critérios na separação das técnicas artísticas, onde foram misturados aquarelas, óleos, pinturas naif, etc, criou um caos, bem ao estilo do terceiro mundo, onde o objetivo acaba não sendo o de premiar os melhores, mas de badalar um acontecimento ou transformá-lo em evento político ou social. Veja comentários do nosso crítico de arte, publicados durante o lançamento da exposição.

As manifestações populares são valiosas e a organização estrutural delas é fundamental para o sucesso. Erros de base sempre levam à perda de credibilidade e à desistência dos melhores artistas. Isso se deve a situações desagradáveis conhecidas e por eles já sofridas em outras exposições.

A organização é sempre a base do sucesso, embora não seja a garantia dele. Um exemplo são os desfiles das Escolas de Samba. São regulamentados quesito por quesito e contam com julgadores especializados, escolhidos pela Liga das Escolas de Samba-LIESA. No passado, até mortes havia no dia da apuração. Hoje, a organização é um exemplo a ser imitado, embora certos veículos de comunicação procurem atear fogo às discussões para gerar notícias de escândalos. É o preço de uma imprensa terceiro-mundista, mas não representa a maioria dos profissionais brasileiros.

A exposição, que poderia ter sido um exemplo de regulamento e organização, já que os erros sistemáticos haviam sido apontados por nossa equipe, antes de ocorrer a exposição, quando foram apresentadas provas dos descalabros e vícios existentes em outras exposições.

Na opinião da equipe deste portal, esse evento, caiu no mesmismo das demais exposições, que nivelam por baixo, misturando técnicas que deveriam ser mostradas, separadamente, para não prejudicar a visualização das obras.

As exposições de arte no Brasil, via de regra, são uma lástima, porque caem sempre nos mesmos erros: apadrinhamentos políticos, falta de critério de julgamento e desconhecimento de como valorizar as obras, expondo-as de forma adequada, permitindo a visualização ideal e a luminosidade ideal. Infelizmente, os erros se repetem.

O Brasil, celeiro de valores artísticos da mais alta relevância, teima em permanecer no terceiro mundo e nossos artistas só têm seu valor reconhecido quando vão ao estrangeiro, graças a um mecenas ou um patrocinador externo, que se impressiona com o valor artístico das obras. Infelizmente, poucos são os que têm essa oportunidade.

No passado, seríssimos eram os salões de H.Stern e de Bloch Editores, que valorizaram os artistas brasileiros expondo adequadamente suas obras. Os Diários Associados também contribuíram à sua época, para a formação de uma pinacoteca de respeitável valor artístico e econômico. Hoje, grande parte dela é do acervo do MASP e do herdeiro do grupo.

Nos dias de hoje, a proposta para a pauta de exposições do Espaço FURNAS Cultural de Artes Visuais, como proposta, está adequada. Resta saber se operacionalmente funcionará ou cairá também nas mãos dos carreiristas que envergonham os julgamentos de obras de arte.

Na premiação da ADL, o cerimonial de entrega dos prêmios, que já começou com atraso, pecou pela falta de comando, por isso, setenta por cento das fotografias dos premiados foram perdidos, porque os premiados não sabiam em que momento seriam fotografados, perdendo-se o momento jornalístico e a naturalidade. As poucas exposições aproveitadas fazem do portfolio desta matéria. Lamentamos não estarem dentro do padrão de qualidade que nos impomos. Por isso, deixaremos de cobrir os eventos futuros.

O objetivo de nosso portal tem sido e continuará sendo a valorização da pessoa humana e das obras que produz em quaisquer dos campos do conhecimento, que merecem ficar como exemplo de dedicação profissional para a memória da humanidade.

Alguns artistas que concorreram nesta exposição, poderiam estar em qualquer galeria do mundo, foram prejudicados e cabe à imprensa mostrar os fatos. Infelizmente, a nossa pirâmide cultural tem uma base muito grande, onde estão os sem-talento e sem-instrução, e é claro, que essa maioria opina para eleger presidente, como para premiar um quadro. O resultado é esse que está aí. Aparentemente, tudo bem. Os grandes valores vão se afastando porque não são reconhecidos como merecem, mesmo que sejam premiados estão competindo entre os piores e não entre pares.

A seleção natural existe até mesmo no reino animal ou vegetal, onde os espécimes melhores é que sobrevivem. É uma demonstração prática que deve ser aplicada em tudo. Ou, caso contrário não haveria hierarquias.
Enquanto o Brasil estiver na contramão do mundo e seus artistas só conseguirem fama quando são valorizados no estrangeiro, ou por terem renda própria, se lançarem em salões internacionais, ou após a morte, quando não irão usufruir financeiramente de seu talento artístico. Enquanto isso acontecer, não haverá auto-estima e valorização profissional.

Citamos o exemplo da bailarina Ana Botafogo, que dirigiu o Balet de Stutgart, da Alemanha. O maestro Carlos Gomes e do compositor Sergio Mendes só conseguiram a fama no exterior, onde dirigiram orquestras e ficaram famosos. E, é claro, usufruíram em vida da justa premiação pela sua arte.

Candido Portinari, Tarcila do Amaral e outros tantos brasileiros só hoje são reconhecidos. Os salões de arte que tiverem regulamento honesto e adequado e comissões julgadoras competentes serão a solução a curto prazo para essa monstruosa distorção que nivela por baixo e aplaude a vaidade em vez de aplaudir o talento e arte.

Equipe.







Medalha de Ouro

Manuel Vieira, pintor que adota a técnica de óleo sobre tela com espátula, ganha Medalha de Ouro.

O artista foi descoberto pelo Mensageiro e mereceu reportagem nesta página. Atualmente, suas obras podem ser encontradas no espaço cultural Santa Arte Livraria-Café, em Santa Teresa, na rua Pascoal Carlos Magno nº 103-A.
O Salão de Artes da Delegacia da Escola Superior de Guerra, na exposição realizada de 20.10 a 03.11,2004, nos salões do Clube Naval na Avenida Rio Branco, centro do Rio de Janeiro, alojou os artistas concorrentes.
Mais de 100 inscritos...
Praia Vermelha e o Pão de Açúcar retratados em óleo sobre tela foi a obra premiada do pintor Manuel Vieira, recebe Medalha de Ouro.
A informação é da curadora do evento, Sra. Vera Figueiredo.
A entrega do prêmio foi durante cerimônia na sede do Clube Naval.
Presentes Autoridades Civis e Militares, membros do Congresso Nacional, Jornalistas e Oficiais das Forças Armadas, além dos artistas e familiares.
Finalmente, o trabalho deste singular artista brasileiro é reconhecido com ouro.
Parabéns à ADESG pela iniciativa.
A Marinha do Brasil merece destaque como a Força que melhor recebe e mais se preocupa com as manifestações artísticas, a bem da verdade.

Jornalista Flavio P. Ramos
Diretor-Editor.

 

Personalidade – Manuel Vieira

“Estamos certos de que em breve sua arte será conhecida
no Brasil e no exterior. Não dá para se esconder talento
por muito tempo. Manuel Vieira, um homem comum,
com um dom artístico fora do comum.”

Fomos encontrá-lo no saguão do hotel Monte Alegre, na rua de mesmo nome, no centro do Rio. Impecavelmente vestido de branco, cabelos e barba quase brancos, esse sergipano, de 55 anos, veio para a “cidade da esperança” aos cinco anos de idade.
Era mais uma criança nordestina, igual a tantas outras, mas logo a diferença seria revelada. Manuel Vieira é um artista nato.
No saguão do hotel, um belíssimo óleo sobre tela, representando o Rio de Janeiro, cidade da esperança de sua infância e mocidade, a pintura em espátula revela apurada técnica mesmo aos olhos do leigo.
O autor do quadro é o nosso entrevistado Manuel Vieira. Ingressou na Sociedade Brasileira de Belas Artes em 1990, é autodidata desde a tenra infância, em Sergipe, quando desenhava a lápis.
No restaurante do hotel, muitos quadros adquiridos do artista com temas de natureza morta.
Fomos convidados ao local de trabalho do pintor. Surpresa! Era um salão de beleza!
Manuel Vieira é barbeiro, de profissão. Não vive da arte da pintura.
Junto à parede, no chão, muitos quadros esperam para serem levados para a empresa de eventos de um irmão onde farão parte da decoração.

Um excelente retrato do artista plástico Juarez Machado, que hoje vive em Paris, França, chama logo a atenção. É perfeito!

Repórter - Manuel, de quantas exposições em galerias de arte você já participou?
M.V. – Na Sociedade Brasileira de Belas Artes, de três coletivas.Recebi Medalha de Bronze, de Prata e Grande Medalha de Prata. Em cada uma inscrevi apenas um quadro. No Museu Naval, recebi Medalha de Bronze e no Clube Naval, Medalha de Prata e Menção Honrosa. Nessas duas, também com um só quadro.
Repórter - Quando descobriu esse dom artístico?
M.V. – Acho que já nasci com ele, mas foi em Sergipe, quando menino, que comecei desenhando com lápis. Quando minha família veio morar no Rio, logo senti a necessidade de estudar, quando tinha 13 anos, mas isso só se tornou realidade em 1990, quando, finalmente, ingressei na Sociedade Brasileira de Belas Artes, aquela que fica naquele palacete na esquina da rua do Lavradio, (Palácio do marquês do Lavradio) estou lá até hoje.

O Evaristo (advogado, escritor e poeta, autor de A Invenção da Mulata, Evaristo Dias da Silva que escreve para este portal e também é pintor artístico) tem me incentivado muito.

Repórter - E sua família?
M.V. Sou casado e temos um casal de filhos. Todos me dão muita força.
Um cliente chamou Manuel Vieira ao telefone. A conversa foi rápida mas quando nosso entrevistado voltou, um outro já chegava para cortar o cabelo. Foi o fim da entrevista.
Manuel, agora, assumia na sua outra arte, a de barbeiro e cabeleireiro.
Repórter – Obrigado, Manuel, estamos certos de que o mesmo Deus que iluminou Candido Portinari também o iluminou e que, em breve, seu nome será citado na galeria de grandes pintores.
N.R. O repórter da entrevista é Professor do Ensino Superior e Jornalista. Tem a pintura como passatempo.

Veja abaixo algumas obras de Manuel Vieira.



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Obra inédita de Leonardo da Vinci é exibida na Itália.


Da Vinci pintou três versões de 'A Virgem dos Rochedos'

Um quadro inédito do pintor italiano Leonardo da Vinci começou a ser exibido pela primeira vez neste sábado, na cidade de Ancona, na Itália.

A obra é uma das três versões existentes de A Virgem dos Rochedos, que Da Vinci pintou com seu discípulo Giampetrino entre 1495 e 1497 - as outras duas estão no Museu do Louvre, em Paris, e na National Gallery, em Londres.

Mas alguns historiadores acreditam que a pintura que está agora exposta no Museu Mole Vanvitelliana, em Ancona, teria sido realizada apenas por Giampetrino.
A Virgem dos Rochedos mostra Maria sentada em uma gruta, com Jesus, São João e o arcanjo Uriel.

Retrato misterioso

A obra foi descoberta três anos atrás em uma coleção particular na Suíça, junto com um retrato de Maria Madalena seminua, possivelmente pintado por Da Vinci.
O retrato também está sendo exibido em Ancona, depois de 50 anos longe dos olhos do público.

Acredita-se que ele tenha sido concluído por Da Vinci, também com a ajuda de Giampetrino, em 1515, quatro anos antes da morte do mestre italiano.

Ele mostra Maria Madalena segurando um véu sobre seus seios nus.

Se for comprovado que se trata de um autêntico Da Vinci, a obra será incluída na lista dos raríssimos nus que ele pintou.

O historiador de arte Carlo Pedretti disse ser improvável que Giampetrino tenha criado o retrato sozinho, mas reconheceu ser necessária uma investigação mais profunda.

 

8ª Exposição de Pintura no Espaço
“Arte Livre”
de “Artistas Plásticos dos Bairros”
Flamengo, Botafogo, Laranjeiras, Cosme Velho,
Glória, Catete e Urca

Sucesso de Ana Cícera e colaboradores.

Casa cheia e pinturas melhorando de nível, resultado do trabalho dessa Administradora Estadual e sua eficiente equipe. A inauguração, dentro da ordem, e para alegria geral, foi prestigiada pela população das áreas abrangidas pela ADL.


Pintor Manuel Vieira e Ana Cicera.

Desta feita, uma novidade: o premiado pintor Manuel Vieira demonstrou a excelência de sua técnica, óleo sobre tela em espátula, com três peças premiadas, de grande valor: “O jardim”, Prêmio Medalha de Prata Salão do Clube Naval, “Pão de Açúcar”, Medalha de Ouro ADESG e “O Artista”, Placa de Platina Hors Concours pelo Portal Mensageiro, alegoria em que o artista plástico Juarez Machado pinta um quadro. É uma homenagem do pintor Manuel Vieira a Juarez Machado, um dos maiores e completos artistas brasileiros, do momento, que reside na França.

A festa culminou com canto coral do Clube Sírio Libanês, interpretando “história de pescador”, “sob o arco-íris”, “mãezinha querida”, entre outras.

Os vocalistas Edna e Aguinaldo Prates, Baiano, com violão levaram à participação espontânea dos convidados, que aderiram dançando e cantando.

Sorteio de passagens gratuitas para o trem do Corcovado, entradas para teatro e outros brindes.

A exposição pode ser vista até dia
06 de junho de 2005.

Esse trabalho de socialização e arte da equipe da administradora Ana Cícera Machado é referência para outras ADLs. Sempre pensando em mudar para melhor, a equipe está planejando novidades para as próximas exposições.

Observamos que a estratégia tem sido desenvolver vários projetos ao mesmo tempo, mantendo o foco sempre nas atividades que levam à integração da população com a ADL.

Texto e fotos de Flavio P. Ramos
Editor.


Marinha recebe para coquetel de premiação do 13º Salão do Mar.

Como de costume, o Clube Naval abre seus salões para os artistas plásticos brasileiros em grande estilo, como nas melhores galerias do mundo. A Marinha do Brasil e suas organizações são pioneiras nas iniciativas de difusão das artes no País, entre as Forças Armadas. Desta vez, a solenidade foi organizada por funcionários do Clube Naval, que demonstraram profissionalismo e pontualidade na organização do evento.
A reportagem agradece a cortesia dos organizadores facilitando nosso trabalho.
Tanto no mar quanto nas atividades culturais, a nossa Marinha dá exemplos a serem seguidos e é fiel ao lema de “Servir”.

F.P.R.

 

CANDIDATOS DE HONRA DO 13º SALÃO DO MAR

Alte. João Batista Telles de Aragão
A Praia
Comte. Nélio Ronchini Lima
Comboio 2ª Guerra Mundial
Comte. Ataliba Galvão Neto
Marinha
Prof. Roberto Alves de Souza
A Menina
Prof. Nelly Chioming Coelho de Sá
Crepúsculo
Prof. Henry Scott Edward Dobbin
Fuzileiros em Parada
Prof. Sansão Pereira
Marinha

PREMIAÇÕES

MENÇÃO HONROSA
Demetrio – Pintura – Ocaso do Alte. Saldanha
Djalma – Pintura – A Espera das Sobras
Ivo dos Remédios – Pintura – Angra dos Reis
Liu Chang – Pintura – Forte de Gragoatá
Lydia Ardente – Pintura – Angra dos Reis

MENÇÃO ESPECIAL DO JURI
Nancy Pitta – Escultura – Golfinhos e Equilibristas

MEDALHAS DE BRONZE
Enrique Reys – Pintura – Remanso
J. Palma – Pintura – Marinha
Wagner Fráguas – Pintura – Marinha

MEDALHAS DE PRATA
Iam Bennett – Pintura – Barco Avariado
Jahnel – Pintura (C-12) Tamandaré

MEDALHA DE OURO
René Ferreira Simão – Pintura – Pescadores

HORS CONCURS
Francesca Maccarato – Pintura – Marinha

PREMIO AQUISIÇÃO
João Cury – Pintura – Ilha da Boa Viagem

Nota do Editor: O quadro “Ocaso do Almirante Saldanha” causou forte impacto emocional no editor, que conheceu o navio retratado na época em que era comissionado como Navio-Escola. A faina de abrir as velas era emocionante e é inesquecível para o coração do repórter que vê com imensa tristeza o destino do belo veleiro entregue à ferrugem e ao “OCASO”.
Se pudera e fundos tivera, o navio seria restaurado em seu brilho, como representante da tradição de vela e exemplo entre a tecnologia da vela para os modernos motores que hoje propulsionam a Fragata Brasil.
Quem pisou o convés do “Saldanha”, se tiver um coração brasileiro, sentirá o mesmo. Damos nossos parabéns ao artista que, em momento de rara felicidade, o torna imortal nas cores de seu talento. O “Almirante Saldanha” está vivo e nenhum outro o substituirá.

N.R. O também Navio-Escola Guanabara está em Portugal inteiramente restaurado e foi renomeado como SAGRES.
Em Portugal, as autoridades econômicas têm sensibilidade para a História e pela preservação de seus monumentos. O ex-N. E.Guanabara também é um marco da engenharia naval à vela.

 

Base de Submarinos, Mergulho Profundo, na Arte.
Base de Submarinos, Ilha de Mocanguê, sábado, dia 29 de janeiro de 2005, às 18:00h.
Primeiro Salão de Artes Plásticas da Base de Submarinos.

A Marinha do Brasil tem sido sempre a pioneira nas iniciativas a que se propõe.
A mais antiga das Forças Armadas é, também, nas iniciativas culturais, a mais constante.
É a líder entre as Forças Armadas em exposições de pintura e em número de expositores.
Exemplo a ser seguido por organizações civis e militares, seus concursos são respaldados por isenção técnica na escolha das obras premiadas, o que, lamentavelmente, não ocorre em outros concursos, quando expositores são também participantes da comissão julgadora o que é, mesmo se o regulamento permitir, uma vergonha.
Aberto ao público, o Primeiro Salão de Artes Plásticas da Base de Submarinos entrega, neste sábado, as premiações.
Segundo nossa fonte, entre os agraciados está o Laureado Pintor Manuel Vieira, cujo trabalho mais recente foi “O Retrato da Vitória”, que mostra o Sr. Prefeito do Rio de Janeiro.
Neste Salão, o artista sergipano participa com a obra intitulada “Marinha Protegida por Deus”, um óleo sobre tela em espátula. Manuel Vieira vem sendo premiado em todas as exposições em que apresenta trabalhos. Foi descoberto pelo Professor Flavio Pinto Ramos, Editor deste Portal.
N.R. Tão eficiente quanto modesto, ficamos sabendo dessa exposição de artes por outro amigo, o Doutor Evaristo Dias da Silva, colunista de Literatura deste portal, que é pintor.
Deixamos de informar os nomes dos demais agraciados por não termos sido informados do evento.

 

Manuel vieira é recebido pelo Prefeito do Rio.

Nesta última sexta-feira, dia 17 de dezembro, Manuel Vieira foi recebido em audiência pelo Prefeito do Rio de Janeiro, quando presenteou-o com um óleo sobre tela. O nome que escolheu para a obra foi "Retrato da Vitória", que mostra o que pensa da administração César Maia.

Fomos testemunha ocular da emoção que o encontro causou a ambos.
As fotos mostram esse momento de respeito e admiração desse artista sergipano que adotou o Rio como sua cidade.

fotos e texto
Flavio P. Ramos
Editor.

 

6ª Exposição do Espaço Arte Livre
Artistas Plásticos dos bairros do Flamengo, Botafogo, Laranjeiras,
Cosme Velho, Glória, Catete e Urca.

A exposição tem o patrocínio do Governo Estadual e será realizada na Agência de Desenvolvimento Local-ADL, na Rua Marquês de Abrantes, 160-A, Flamengo, com a coordenação da pedagoga Ana Cícera.
Data: 3 de dezembro de 2004
Horário: 18 horas
Visitação: de 3 de dezembro de 2004 a 2 de janeiro de 2005,
de segunda a sexta-feira, de 9 às 18 horas e sábados, de 9 às 11 horas.


Jornalista Celeste R. B. Ramos, a esquerda professora Iara Gomes


A esquerda, a pedagoga Ana Cícera. A direita o pintor Manuel Vieira, de casaco azul ao centro a artista Siu Wei Chan (Jane).

 
 
 
 
 
 
 
 
 
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