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UMA EXPERIÊNCIA DURANTE O “QUASE SONO”

Os estudiosos dos fenômenos espirituais, (não considero espiritismo uma religião, mas um fenômeno que acontece apesar delas) acreditam que durante o chamado “período de sono”, ocorre o deslocamento do espírito para fora do corpo, quando visita outros planos ou universos paralelos, o que chamam de “planos espirituais”.

Fio de Prata ou Períspirito
Nesses planos espirituais, espíritos encarnados e desencarnados se encontram e podemos distinguir uns dos outros. Os encarnados têm uma tênue ligação com o corpo material.  Essa ligação é chamada fio de prata ou períspirito.

História de uma vivência pessoal
Quando tinha 14 anos de idade, passei por uma experiência marcante e traumática, da qual me recordo como se fora hoje. Esta é a primeira vez que a narro passo-a-passo.
Meu propósito, revelando essa experiência, é alertar aos pais para que compartilhem com seus filhos experiências metafísicas, procurando entendê-las mesmo que à custa de sufocarem velhos aprendizados preconceituosos e falsos mas que, pela massificação e com o nome de dogma de fé, ainda persistem e prejudicam o estudo científico e supra religioso dos processos subjacentes na mente humana.
Estava no escuro e quase dormindo quando notei a sucessão de fatos estranhos que passo a narrar.
O quarto em que dormíamos, meu irmão com 12 anos e eu, com 14, estava em completa escuridão. Súbito, notei que não mais estava no escuro, mas na penumbra. Olhei o despertador na mesa de cabeceira entre as camas. Marcava 11.00 h (23 horas). Meu irmão dormia um sono profundo em decúbito supino, de costas para o colchão. Era verão e notei que meu irmão estava suado. De repente, do corpo surgiu uma névoa transparente que oscilava como a emanação que sai de um tanque de combustível quando é aberto.
Para observar melhor, ergui-me sobre o cotovelo esquerdo sem despregar os olhos de meu irmão.  Foi então que vi uma cópia dele se deslocando do corpo no sentido do teto.
Parecia ser um pouco menor e estava encolhido como em posição fetal, com a face para baixo como se estivesse olhando o seu próprio corpo inerte na cama. Da região entre a garganta e o púbis, desprendiam-se finos fios que se juntavam torcidos como uma corda sendo fabricada. Essa corda ia se afinando enquanto o duplo em forma de feto se afastava em direção ao teto.
Quando desapareceu, tive a sensação de que meu irmão havia morrido e que estava assistindo à passagem de sua alma. Dei um grito que acordou meus pais, que vieram imediatamente ver o que estava acontecendo.
Foi aí que aconteceu a parte traumática da história.  Contei o que havia vivenciado. Meu pai não acreditou e, dizendo que eu era um mentiroso e rebelde, que havia gritado para assustá-lo, passou a espancar-me dando socos nas minhas costas enquanto mandava que calasse a boca para não incomodar os vizinhos.  Minha mãe assistia, impotente, enquanto chorava.
Meu irmão dormia tranquilamente em sono profundo. Estava vivo
Meu pai, um cético agnóstico, levou-me a um psiquiatra, como ele, cético e agnóstico, que receitou uma droga para dormir.  Ao acordar, com o mal-estar causado pela droga, era surrado porque estava sonolento e frequentemente chegava atrasado ao colégio.
Mais tarde, um sobrinho de minha esposa, que tinha incorporações durante o sono, igualmente passou por drogas pesadas para dormir.  Tinha em torno de 5 anos. A mãe e o pai, de pouca instrução, também não souberam entender o que se passava e igualmente caíram em mãos de um psiquiatra agnóstico e cético. Hoje, com a idade de 18 anos, está sendo assistido pela Dra. Karin Verônica. É um rapaz normal, mas com seqüelas de uma educação repressiva, fruto da ignorância de quem é incapaz de aceitar as diferenças.
Cada vez mais, crianças superdotadas com dons e habilidades invulgar e nascerão para povoar a terra com a luz de Deus. Em breve, o que chamamos de milagre, será um acontecimento corriqueiro. Quem viver, verá.
Se você teve uma experiência pessoal e deseja compartilhar, escreva-nos.
N.R. Karin Verônica Teixeira da Silva é psicóloga clínica, com larga experiência, é colunista de Psicologia deste portal.

SONO E SONHOS
CRONOLOGIA DOS SONHOS E SUAS INTERPRETAÇÕES

Objeto das mais diversas interpretações e questionamentos, os sonhos, até hoje, intrigam os estudiosos seja nos campos da medicina quanto nos da metafísica, da psicanálise e da regressão.
Seria preciso que os estudiosos da matéria se colocassem fora das posições dogmáticas da Ciência Pura e das seitas religiosas para com uma visão interdisciplinar não rejeitassem nenhuma hipótese e olhassem esse estudo com a importância que tem para decifrar o pensamento humano e curar as doenças da alma e suas consequências físicas.
Mago Selaht
Do livro “Magia passo a passo, a Escada de Jacó”

Século 8 a. C.
Mensagens divinas, era o que pensavam babilônios, egípcios e gregos.
Os egípcios construíram um templo em Epidauro, o templo de Asclépio, onde os doentes dormiam e esperavam a cura pelo sono ou que um sonho indicasse o caminho da cura. Fato curioso, se lembrarmos que a moderna medicina de nossos dias usa a sonoterapia como tratamento e o coma induzido.
Século 5 a. C.
Heráclito, filósofo grego, é de opinião que o mundo dos sonhos é individual, não sendo resultado de influências externas ou divinas.
Século 3 a.C.
Aristóteles, filósofo grego, opina que são reflexo do estado do corpo e, assim sendo, podem ser usados pelos médicos para diagnosticar doenças. Teoria que também é encampada por Hipócrates, considerado o “Pai da Medicina”.
Século 1 a. C.
Artemídoro, filósofo romano, escreve o primeiro livro sobre interpretação dos sonhos, o Oneirocroticom.  Nos cinco volumes argumenta que as imagens sonhadas são reflexo da profissão do sonhador e de seu status social. Admite, assim, a influência do meio externo nos sonhos, meu grifo.
Séculos IV e V d.C.
Santo Agostinho (354 a 430) e São Jerônimo (342 a 420), filósofos cristãos, retornam ao conceito de que os sonhos são eventos sobrenaturais e premonitórios.
De fato, há passagens bíblicas que demonstram claramente isso. O sonho de Jacó, o do Faraó rei de Mitszraim (Egito) interpretado por José, o de Iosef Ben Ioshua, o pai de Jesus, que também foi avisado da gravidez de sua esposa Maria, são documentos históricos.

Séculos VI e VII
Mohamed, o Profeta (570 a 632) recebeu parte do livro sagrado dos muçulmanos, o Alcorão, em sonhos e interpretava os sonhos de seus discípulos.
Século XIII
Martinho Lutero, alemão e monge agostiniano (1483 a 1546, fundador do protestantismo) era de opinião que os sonhos, especialmente os eróticos, eram obras de satanás.
A Igreja Católica passa a associar os sonhos a satanás.
Século XVIII
Johann Fichte, filósofo alemão, lança a hipótese de que os sonhos revelam temores e desejos inconscientes.
Século XIX
Sigmund Freud, psicanalista austríaco (1856 a 1939), retoma a teoria dos desejos contidos e salienta a “essência erótica dos sonhos”. Em 1900 publica sua obra “A Interpretação dos Sonhos”. Segundo Freud, objetos longos eram associados ao pênis e objetos ocos simbolizavam a vagina.

Século XX
Carl Gustav Jung Médico e Psicólogo Suíço (1875 a 1961), acredita que os sonhos revelam nossos mais profundos desejos quaisquer que fossem.  Sugeriu a existência do “Inconsciente Coletivo”, que definiu como parte da mente na qual estão depositadas as informações comuns a todos os seres humanos. Baseava-se no fato de pessoas de culturas opostas relatarem sonhos com significados praticamente iguais.
N.R : O professor Assuramaya é autor do livro “O Poder dos Sonhos , Interpretação Astrológica”Editora Renes Rio de      Janeiro.
A Dra Karin  Verônica Teixeira da Silva Psicóloga Clínica  desenvolve importante trabalho em regressão.

SONHOS, UMA DISCUSSÃO MULTIDISCIPLINAR.

Assunto para muitas facetas, os sonhos sempre foram objeto da curiosidade, tanto científica quanto mística, se é que podemos separar as duas vertentes.
Na mitologia grega, Morfeu era um deus do sono. Durante o sono, um faraó egípcio teve uma revelação que tirou-lhe o sono e salvou dois povos, os HEBREUS E OS EGÍPCIOS. Foi o sonho interpretado por José. (Gênesis 40 a 42)
Dormimos a terça parte de nossas vidas em todas as vidas
O ciclo do sono é essencial ao ciclo da vida e está intimamente ligado a ele.
O sono é comandado por um relógio biológico ajustado num ciclo de 24 horas. Comissários de vôo, pilotos, militares, médicos e outros profissionais podem ter distúrbios do sono. Isso se deve às alterações das horas de repouso determinadas pela necessidade de serviço. O sono depende de fatores externos como esses que acabamos de mencionar e ainda de odores, ruídos, iluminação e hábitos sociais.
Diversos são os fatores que podem influenciar o sono
Especialistas são de parecer que o principal deles é o hormônio produzido pela glândula pineal chamado melatonina.
A exposição à luz intensa e o cansaço podem alterar o momento do sono, bem como os estados de ansiedade.
A malatonina começa a ser secretada assim que o sol se põe.  Com a produção desse hormônio a pressão e a temperatura sofrem uma leve queda. É um aviso de que estamos sendo preparados para o sono.

O mecanismo do sono
O Crescimento das crianças depende da qualidade do sono:
Durante o sono noventa por cento do hormônio do crescimento é liberado.
Memória:
O sono interfere na memória na função térmica cerebral e no psiquismo.

Funções endócrinas
Liberação de hormônios
Nas crianças, noventa por cento do hormônio do sono, e outros, são liberados durante o sono. Crianças que dormem mal podem ter problemas de desenvolvimento físico.
Na fase adulta o hormônio continua sendo liberado, mas em doses menores.  Nos adultos, esse hormônio evita a flacidez muscular e garante a força e o vigor físicos.
Imunidade
As Inter leucinas durante a noite são liberadas.  Essas substâncias estão entre as que ajudam a defender o organismo contra vírus e bactérias (substâncias secretadas por linfócitos, principalmente os linfócitos T, monócitos e macrófagos, que agem sobre os leucócitos, controlando a ação imunológica destes).
A leptina, hormônio que controla o apetite e a saciedade, é liberado durante o sono. Essa pode ser a razão porque pessoas com insônia visitam a geladeira durante a noite.
Radicais livres de cálcio são mais facilmente depletados durante o sono. Os radicais livres causam envelhecimento precoce e tumores.
Síntese de proteínas
Proteínas são produzidas em grande escala pelo organismo em sono profundo. As redes de neurônios são expandidas. Acontece também a regeneração de células e as cicatrizações são aceleradas.
Fixação de informação
O sono REM (Rapid Eyes Moviment) foi descoberto em 1953; é a mais profunda das cinco fases.
Na fase REM do sono são fixadas as informações incomuns e estressantes. Durante sono NÃO-REM, Fases 1 a 4, são registradas informações de conteúdo neutro.
Sono, dividido em 5 fases
Fase-1
Adormecimento de imediato a 15 minutos; ocupa de 5% a 8% do período total do sono.
O que acontece?
A respiração fica suave, o cérebro produz ondas irregulares e rápidas, tensão muscular diminui.
Fase-2
Sono leve, fase que ocupa entre 45% a 55% do tempo total do sono dura cerca de 20 minutos.
O que acontece?
Diminuição da temperatura corpórea e respiração, alongamento e regularização das ondas cerebrais que são afetadas apenas por alguma atividade elétrica repentina e isolada.
Nesta fase, o indivíduo cruza a fronteira do acordado para o sono. Se a pálpebra for erguida, os olhos não responderão ao estímulo externo.
Fase-3
Sono profundo é uma fase rápida; dura em torno de 10 minutos por ciclo que corresponde a 5% do período total do sono.
Fase-4
Sono mais profundo, dura cerca de 55 minutos; corresponde a 20% do período total de sono.
O que acontece?
O indivíduo fica totalmente inconsciente; não acorda com estímulos externos.
Fase-5
Sono REM dura cerca de dez minutos após o s quais o indivíduo volta à fase inicial.
O que acontece?
Atividade cerebral atinge o seu máximo, começa o processo do sonho. A frequência cardíaca e respiratória fica entrecortada, aumenta a pressão arterial, o fluxo sanguíneo que sobe em direção ao cérebro aumenta, os músculos dos membros ficam paralisados, podendo haver contração dos quirodáctilos e artiodátilos (dedos).
As informações importantes são fixadas e descartadas as inúteis ou secundárias.
Fase dos sonhos vívidos REM. Nessa fase, se a pessoa for acordada, lembrará de fragmentos do sonho.  O REM predomina nas primeiras horas de sono.  Nas ultimas, percorre-se de quarto a cinco vezes o ciclo completo.
O sono muda com a idade?
Muda em quantidade e qualidade.
O bebê nos três primeiros meses: O sono se inicia quase sempre na fase REM.
Nos seis primeiros meses, pode dormir até 18 horas de sono REM por período completo.
Em nove meses: O sono REM cai para 15%.
Aos dez anos, uma criança sadia precisa de nove a dez horas de sono.
Adolescentes: Um pré-adolescente leva de cinco a dez minutos para dormir; é a época em que melhor aproveitam o sono. Dormem cerca de nove horas e meia em média e têm 95% do sono em fase profunda e contínua.
Adolescentes têm uma tendência à sonolência diurna.
As festas e os hormônios em efervescência nessa fase fazem com que adiem o período normal de sono, o que é prejudicial ao crescimento.
Adultos: dormem em média sete horas e meia.  A maturidade é alcançada aos dezenove anos.  Com o trabalho e a competição decorrentes, passam a dormir cerca de sete horas e 50% em REM.
Idosos: normalmente seis horas de sono são suficientes para um bom repouso com períodos REM menos profundos.
Aos sessenta e cinco anos a proporção de sonos profundos cai para a metade do que era nos vinte e cinco anos, apenas um quinto na fase REM. Nessa idade é frequente o despertar súbito.
Alterações hormonais como a da cortisona e a melatonina influenciam as alterações de temperatura corpórea.
A menor profundidade no sono profundo e no sono REM levam aos despertares noturnos.

SONO, DISTÚRBIOS E CONSEQÜÊNCIAS

Prejudicam e incomodam terceiros. Imagine um alojamento coletivo com pessoas roncando.  Esse fato é bem mais comum do que parece.
Até hoje, foram identificados mais de cem distúrbios do sono, e quem os tem deve procurar ajuda especializada, que é interdisciplinar.
Hoje, há um elenco de exames que identificam os diversos problemas ocasionados por um dormir deficiente.
Polis sonografia. É o mais detalhado. Seu clínico geral pode referenciá-lo a um centro de exames (laboratório do sono) capacitado a fornecer um laudo que permita o tratamento adequado a cada caso.
Distúrbios mais frequentes
Apneia: é um sufocamento temporário causado pelo prolapso dos tecidos moles do palato, língua e úvula, com obstrução da faringe, interrompendo a respiração por um tempo que varia até quarenta segundos.
Acontece em três fases:
A vibração do palato mole, úvula e língua (roncar).
A oclusão, bloqueio pelos tecidos moles, que obstruem a faringe.
O susto, quando o cérebro, mal oxigenado, provoca uma descarga de adrenalina, (hormônio das glândulas suprarrenais liberado em momentos de perigo). A pressão arterial se eleva subitamente, o que pode provocar um acidente vásculo-cerebral ou um infarto.
A apneia pode levar a óbito quando, na forma crônica, a parada respiratória pode durar dois minutos e acontecer muitas vezes em uma só noite.  A falta de oxigenação cerebral pode causar danos permanentes. 60% dos homens e 40% das mulheres, com idade superior aos 50 anos, estão sujeitos a apneia.  A obesidade aumenta o risco. Pode ser causada também pela interrupção de sinais nervosos entre o cérebro e o diafragma.
Bruxismo: Ranger dos dentes que provoca desgaste da faceta mesial e da incisal (parte em que os dentes da mandíbula tocam os da maxila. De causas nervosas, na maioria das vezes, pode também ser um comportamento vicioso. Seu cirurgião periodontista ou buço-maxilo-facial deve ser consultado.  As consequências podem provocar alterações nas articulações têmporo-mandibulares e problemas de deglutição, além do desgaste prematuro dos dentes.  Próteses protetoras noturnas e outros recursos científicos podem ser usados para a correção de problema.
Insônia: Dificuldade de dormir sem ajuda de medicamentos. Causas diversas, desde um simples aborrecimento até significativos problemas nervosos e, creiam, ESPIRITUAIS.
Ronco: É consequente da vibração dos tecidos moles relaxados durante o sono. Mais frequente nos indivíduos do sexo masculino, atinge uma em cada oito pessoas. O decúbito lateral é a posição adequada para o sono de quem ronca.
Narcolepsia: Sonolência excessiva. Tendência a dormir em horas inapropriadas e em qualquer lugar.  Associada ou não a outros distúrbios do sono.  É de origem genética.
Sonambulismo: Caminhar e/ou falar dormindo.  Cerca de 3% dos adultos, sem distinção de sexo, sofrem com esse distúrbio do sono. 15% das crianças entre 6 e 12 anos, a maioria delas do sexo masculino, caminharam ao menos uma vez enquanto dormiam. 6% uma vez por semana.  O sonambulismo tem causa genética e acontece durante o sono profundo.
Os pesadelos seguidos ou não de farta sudorese também têm causa genética, mas podem ter outras causas de natureza psicológica ou espiritual (fato comprovado durante seções de regressão a hipnose). Uma em cada cinco pessoas fala dormindo, isso acontece durante a fase mais leve do sono. São geralmente palavras soltas e sem sentido (para quem as ouve).
Síndrome das pernas inquietas: Movimento involuntário dos membros inferiores, acompanhados da sensação de arrastamento das pernas.

N.A. Servindo como médico do Exército Português, durante as “campanhas de Ultramar”, quando foi condecorado com medalhas pela Cruz Vermelha e pelo Governo Português, o médico Manuel Pinto aprendeu com os curandeiros que grande parte das doenças são de origem espiritual e defendeu essa tese quando veio residir e trabalhar no Brasil. 
Na época em que viveu fez largo uso da Iridologia como forma de diagnóstico preciso, praticou a Alquimia e foi ilustre Maçom. 
Acupuntura, cromoterapia e outras técnicas eram consideradas charlatanismo. 
Cumprida sua missão, foi chamado pelo Grande Arquiteto do Universo sem ver a medicina holística crescer e os meios naturais e a medicina oriental serem pouco a pouco introduzidos nos hospitais públicos. 
Semeou a terra como desejou: sem flores e diretamente sobre a terra vestindo seu avental de trabalho, seu balandrau de iniciado.  Vive na Glória do Senhor no Oriente Eterno.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Oração em Ação

“A ação sobre o sistema glandular é o caminho para se obter a cura ou a enfermidade”. Edgar Cayce

Conhecido também como o "profeta adormecido", Edgar Cayce (1877-1945) é tido como um dos maiores médiuns de todos os tempos, capaz de realizar previsões que, segundo alguns, superam as profecias de Nostradamus.
 
Cayce era capaz de entrar num estado alterado de consciência, ou sessões que ele chamava de "leituras", nas quais conseguia diagnosticar com certa precisão as doenças das pessoas que o procuravam, inclusive fornecendo os nomes dos medicamentos que iriam ajudá-las. Posteriormente, passou a fazer uma série de leituras referentes ao passado e ao futuro da humanidade, falando sobre a construção da pirâmide de Gizé, sobre a suposta existência da Atlântida e relacionando-a a uma descoberta a ser feita no Caribe.
A escolha depende de como agimos para influenciar as glândulas

De acordo com Edgard Cayce*, as glândulas endócrinas são o ponto de contato entre os nossos três corpos. Nelas que se encarnam o espírito e a alma, e é através delas que se atua no corpo físico. Portanto, a cura se inicia no sistema glandular.

Segundo Cayce, o sistema glandular é a fonte de todas as atividades humanas, de todas as disposições, de todos os temperamentos e da diversidade das naturezas e das raças. O medo, a cólera, a alegria, quaisquer das energias emocionais estão relacionadas com as glândulas endócrinas, pois as mesmas produzem secreções hormonais que se expandem dentro do organismo.

Os olhos, o nariz, o cérebro, a traqueia, os brônquios, os pulmões, o fígado, o baço, o pâncreas, não podem funcionar de forma isolada, mas podem renovar-se dentro do conjunto das funções glandulares.

 Talvez seja neste ponto que o sistema endócrino seja influenciado pelas atividades da alma e é por este caminho que se encontra o dom do Criador. As glândulas estão relacionadas com a renovação das células, com a degeneração e com o rejuvenescimento, não só da energia física, mas também da energia do corpo mental e do corpo espiritual. É através dessas minicentrais de energia que nosso corpo físico recebe a cura ou a enfermidade.

Nossas atitudes mentais não são alheias às nossas atitudes físicas tais como o nosso falar, o nosso tom de voz, a nossa forma de olhar, pois todas as glândulas endócrinas estão atuando sobre nosso sistema sensorial.

Quando Cayce fala sobre como essas glândulas orquestram todas as atividades do corpo físico sua forma, suas manifestações, suas percepções, ele também comenta a respeito dos centros glandulares maiores, ou seja, aquelas glândulas que secretam hormônios como a pineal, a pituitária, o timo, a tireóide, as supra-renais e as gônadas masculinas e femininas.

 Existem outras glândulas no organismo, mas correspondem ao que a tradição hindu chama de chacras, que são as chaves da personalidade humana. Cada uma das glândulas corresponde a uma função precisa, a uma vibração colorida, a um elemento da Terra, a um signo astrológico e a uma influência de um planeta.

 A pituitária é a glândula mais alta do corpo; está relacionada com a luz e se desenvolve no silêncio. A glândula pineal é o ponto inicial para a construção do embrião no ventre da mãe.

A tireóide entra em ação quando se deve tomar uma decisão e agir. O timo corresponde ao coração. As supra-renais são o nosso centro emocional e atuam sobre o plexo solar. As gônadas são os motores do corpo físico. Edgard Cayce também explica que, por exemplo, todas as glândulas estão envolvidas no sentimento de cólera.

 Uma pessoa que está amamentando, tomada por algum estado de cólera, afetará suas glândulas mamárias, e o bebê vai sentir perturbação em suas glândulas digestivas.

A reação principal se produz nas glândulas supra-renais. Cayce estima que as enfermidades chegam ao corpo físico através dos venenos segregados nos centros glandulares pelas atitudes negativas. E, no sentido contrário, seria possível encontrar a cura trabalhando-se de uma forma positiva, por meio da meditação. Por exemplo, por meio da oração Pai-Nosso que encontra correspondência nos centros glandulares.

 

A oração de forma meditativa pode ter um efeito dinamizante sobre as glândulas; é uma busca para compreender como atua a Força Criadora de Deus sobre o corpo. A pituitária corresponde à palavra Céu; a pineal corresponde à palavra Nome; a tireóide corresponde à palavra Vontade; o timo corresponde a Mal; o plexo solar corresponde à palavra Ofensas; a região do sacro, com as células de Leyden, corresponde à palavra Tentação; as gônadas correspondem à palavra Pão.

A oração do Pai nosso e sua relação com as glândulas.
Assim, teríamos a “correspondência entre os versos do Pai-Nosso e as principais glândulas endócrinas”, segundo Edgar Cayce: “Pai-Nosso que estais no Céu” abre a pituitária (glândula-mestra do corpo); “Santificado seja Vosso Nome” abre a glândula pineal; “Venha a nós o Vosso Reino” abre a tireóide; “Seja Feita a Vossa Vontade, assim na Terra” abre o timo; “no Céu” abre a tireóide; “O pão nosso de cada dia nos dai hoje” abre as gônadas (glândulas sexuais masculinas e femininas); “Perdoai-nos nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam  “abre as supra-renais; “E não nos deixeis cair em tentação” abre as células Leyden (ou glândulas de Leydig, que não são verdadeiramente glândulas, mas sim um conjunto de células secretoras de hormônios, localizadas abaixo do umbigo e por cima das gônadas); “Mas livrai-nos do Mal” abre o timo; “Pois é Vosso o Reino” abre a tireóide; “Poder” abre a glândula pineal; “E a Glória” abre a pituitária.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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